
A Associação Saraniana para a Defesa dos Direitos do Homem (ASADEDH), baseada na Espanha, pediu, Domingo 24/12/2006, pela abertura de um inquérito sobre os 900.000 euros que o governo das Ilhas Canárias concedeu em 2006 a título de ajuda humanitária às populações sequestradas nos campos de Tindouf ao Sul da Argélia.
"Pensamos que esta soma serviu ao financiamento de manifestações e de actos hostis dentro e fora do território marroquino contra o Reino do Marrocos, e não para a compra de géneros alimentícios e de medicamentos para melhorar as condições de vida dos sahraouis" sequestrados e detidos à Tindouf, afirmou o presidente do ASADEDH, o Sr. Ramdan Masaoud, citado pelo diário canário "o Provincia".
O Sr. Masaoud, que lamentou o uso do dinheiro público canário a estes fins, chamou um controlo e a abertura de um inquérito sobre o destino desta ajuda humanitária atribuída às populações em questào à Tindouf.
Por outro lado, o presidente do ASADEDH, exprimiu, na sequência da sua visita à Cansados Palmas, a solidariedade da sua associação com os cidadãos canários vítimas dos ataques cometidos por "polisario" - em alusão às retiradas e ataques perpetrados por "polisario", hà mais de vinte anos, contra embarcações de pesca fora as ilhas Canárias -.
Congratulando-se com a indemnização pelo governo espanhol de primeira família destas vítimas, o Sr. Masaoud denunciou o facto de membros de "polisario", que cometeram violações dos direitos humanos, continuam deslocar-se no território espanhol e na Europa com "uma impunidade total".
Por outro lado, sublinhou que o projecto de autonomia das províncias do Sul no âmbito da soberania marroquina constitui a única solução para o regulamento da pergunta do Sara.
"SM o Rei é determinado pôr um termo à este conflito através de uma solução onde há nem vencedor, nem vencido", tem dito, assinalando a comunidade internacional para que trabalhe pelo regulamento definitivo deste dossiê.
"Pensamos que esta soma serviu ao financiamento de manifestações e de actos hostis dentro e fora do território marroquino contra o Reino do Marrocos, e não para a compra de géneros alimentícios e de medicamentos para melhorar as condições de vida dos sahraouis" sequestrados e detidos à Tindouf, afirmou o presidente do ASADEDH, o Sr. Ramdan Masaoud, citado pelo diário canário "o Provincia".
O Sr. Masaoud, que lamentou o uso do dinheiro público canário a estes fins, chamou um controlo e a abertura de um inquérito sobre o destino desta ajuda humanitária atribuída às populações em questào à Tindouf.
Por outro lado, o presidente do ASADEDH, exprimiu, na sequência da sua visita à Cansados Palmas, a solidariedade da sua associação com os cidadãos canários vítimas dos ataques cometidos por "polisario" - em alusão às retiradas e ataques perpetrados por "polisario", hà mais de vinte anos, contra embarcações de pesca fora as ilhas Canárias -.
Congratulando-se com a indemnização pelo governo espanhol de primeira família destas vítimas, o Sr. Masaoud denunciou o facto de membros de "polisario", que cometeram violações dos direitos humanos, continuam deslocar-se no território espanhol e na Europa com "uma impunidade total".
Por outro lado, sublinhou que o projecto de autonomia das províncias do Sul no âmbito da soberania marroquina constitui a única solução para o regulamento da pergunta do Sara.
"SM o Rei é determinado pôr um termo à este conflito através de uma solução onde há nem vencedor, nem vencido", tem dito, assinalando a comunidade internacional para que trabalhe pelo regulamento definitivo deste dossiê.
Fontes:
